quinta-feira, 16 de junho de 2011

Fé errada!

Post polêmico? Pode apostar!
Já começa polêmica pelo título. Existe fé errada? Resposta: SIM!
Então será que defenderei aqui uma religião? Qual será a fé correta? católica? Evangélica? Episcopal? Espírita? Umbandista? Budista? Na ciência?

Não meus amigos não vim defender nenhuma dessas bandeiras, vim defender a fé mais correta, não importa a tua igreja, o que importa é a forma como você atua, como tua fé trabalha.

Não importa no que acredite, desde que siga os ensinamentos daquela doutrina que decidiste seguir. Se você é cristão, segue teus ensinamentos, se é budista, segue teus ensinamentos e assim sucessivamente. Sabe qual o ponto em comum nessas religiões?

Não? Nossa, então você nunca procurou observar o mínimo. Elas dizem que você tem que se concentrar nos SEUS problemas, nos SEUS defeitos para que eles possam ser sanados. Elas dizem que você deve trabalhar, você deve fazer seus caminhos, trilhá-los de forma que não se envergonhe dos teus atos.

Devemos ser honestos, justos e integros. Não encontramos isso no mercado de trabalho utimamente. Vemos apenas pessoas que invejam seus colegas, não que aspiram crescer, mas que invejam, que desejam derrubar a pessoa de onde ela está para que possa ter uma chance de pegar aquela posição.
Pessoas que se escondem em mantos de santos, se revestem de falsos moralismos para atacar na surdina. Usam a fé com um escudo e espada para galgar seus objetivos egoístas.

Essa é a fé errada, a fé de quem lê a liturgia, vai as missas, fala como se sacro fosse, mas não passa de um sepulcro caiado. Por trás desse revestimento sacro são pessoas mesquinhas que fazem tudo para conseguir aquilo que desejam. No fim acham que o ato de ir a missa e ler, ouvir as palavras irá salvá-las de todos os atos vis realizados.

Essa é a fé errada, a fé que não pratica o que é ensinado. A fé que acredita que posso ir de encontro a tudo que meu líder espiritual diz e depois leio algo e ouço alguma coisa e me salvo, isso não é fé é desculpa para ser demônio.

Essa fé que oculta suas verdadeiras intenções! Essa fé que derruba os justos e justifica atos descabidos, essa fé é a fé errada.

Aqui é Elrond Bruno dizendo que sou espírita e tenho a convicção de que muitos seres humanos passaram ainda séculos para conseguir alcançar qualquer grau de iluminação.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Onde estão as crianças?

Fui uns dias atrás, 05 de junho, a um espetáculo o "Putz Grill" de Oscar Filho, quem abriuo espetáculo foi Murilo Gun, um humorísta daqui, muito bom por sinal.

Lá o Murilo fez uma piada interessante mas que vale uma grande relfexão...Ele comentou que estava tudo trocado, aniversário de adulto tocando Balão Mágico e aniversário de criança tocando Funk.

A piada é boa? ótima, muito melhor falada do que escrita, mas é ótima, parabéns ao Murilo, mas nos leva a uma pergunta onde é que estão nossas crianças?

Enquanto ouvíamos músicas que nos esnianvam números, músicas que nos falavam de ser feliz, ser alegre, ser bom, hoje as crianças ouvem músicas com conotações sexuais. Hoje as crianças são expostas a um súbito crescimento intelectual. São levadas a ouvir coisas que não entendem, não sabem o que significa, mas repetem, dançam, fazem tudo igual...e começam a fazer coisas que na nossa época nem sonharíamos em tentar fazer.

Hoje as crianças querem ir ao shopping, fazer compras, comer na Burguer King, Mac Donalds, jogam video game, se trancar em casa. Quando saem é para o cube, as vezes obrigados pelos pais, vão contra a vontade...tocar guitarra se tem guitar hero? ¬¬

As crianças não vivem mais como crianças. A infância está sendo usurpada das crianças. Roubada e estão forçando a um crescimento irreal, sem amadurecimento, sem a o devido cresimento. Assim criamos gerações de pessoas sem estrutura e sem o devido amadurecimento psicológico.

Está nascendo uma geração de superindividados infelizes pois estão vinculando a felicidade a compra, quando a felicidade é muito maior e mais barata, é um sorriso, uma partida de amarelinha ou academia, que é grátis, não se gasta nada para fazer. Passa o anel, esconde-esconde, pegapegou, pegacongelou, pegacongelou americano, batatinha frita 1,2,3; estátua.

Onde estão as brincadeiras antigas? Agora é PSP, Nintendo DS, Tablet, Notebook, compras e mais compras.

Tá na hora de dá uma parada, pensarmos o caminho tomado pelos novos pais que negligenciam seus filhos por trabalhar muito e por isso tentam compensar com presentes. Chega de pensar em dinheiro, dinheiro e presentes, chegou a hora e saber que se você decidiu ter um filho só lhe resta dar atenção a ele. Aquela criança precisa do seu carinho, da sua atenção. Eduquem, o sangue nos diz muitas coisas, mas não é preponderante, a educação ajuda e muito. Está na hora de trazermos velhos valores novamente a tona. Está na hora de ensinar as crianças a brincar de dono da rua, queimado e afins.

Aqui é Elrond Bruno dizendo, minha infância foi feliz e por isso tenho ótimas lembranças e risadas saudosas daquela época.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Domando a Raiva!

Hoje o post é totalmente pessoal, não é contra ninguém, sem contra um ente público, nem contra nada disso.
A raiva que estou é de mim.
Nesse domingo no dia dos namorados eu sai para jantar com minha namorada e meu celular caiu no chão fora do carro.
Não percebi...só percebi bem mais tarde já saindo do restaurante...quando fui procurar, cadê o celular?
Cadê o flanelinha?
Pois é...por BURRICE perdi meu chip e o telefone de meio mundo de gente.
Dá raiva, muita raiva de mim. O flanelinha também é um desonesto, pois poderia ter ido no restaurante devolver, mas a burrice foi minha. A raiva é de mim, por ter sido burro.
O difícil é me segurar, segurar a raiva dentro de mim, soltar no local certo. Não explodir com quem não merece. O que fazer? Como contralar algo que beira o irracional? Desabafando talvez...será? Não sei, mas resolvi tentar desabafar minha indignação comigo mesmo!
Qual a relevância desse post para o mundo? Nenhuma, não faz ninguém refletir, não faz com que o mundo seja um lugar mais feliz. Mas me alivia um pouco desabafar mais uma vez minha frustração pelo erro.
Errar pode ser humano, mas isso não torna as coisas mais fáceis.

Aqui é Elrond Bruno buscando a harmonização do meu Yn e Yang.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

São João em Recife!

São João chegando...
No sul e suldeste ele passa praticamente em branco, mas aqui no Nordeste é uma data importante de comemoração. É uma festa importante e bastante típica.
O problema é que vem se descaracterizando com o passar dos anos, vide o evento que chamam aqui de São João da Capitá, que seria o São João aqui na Capital Pernambucana, já que o mais tradicional é no interior do Estado.
Porém o que eu tenho visto é uma desvirtuação da raiz, que é o forró durante as festas juninas. Temos visto uma invasão de rítimos que visão unicamente ganhar dinheiro com qualquer coisa ao invés de fazer algo que ressalte a cultura pernambucana. Faz-se um micareta louca com shows de ritimos, não fazendo qualquer juízo de valor ou dizendo que não merecem sucesso, porém estão na festa errada. São João = a forró e o que vemos é:

Dia 10, sexta-feira:

- Banda Calypso, Garota Safada, Arreio de Ouro, Forró do Muído e a dupla Victor e Léo;



Dia 11, sábado:

- Chiclete com Banana, num show eclético com clima junino, Banda Magníficos, Cavaleiros do Forró, Aviões do Forró e o cantor Geraldinho Lins.




Temos aí Sertanejo, ou melhor Goianejo, porque essa categoria músical foi errôneamente noemada sertanejo, porque muito mais sertanejo que essas duplas é o Aboio. sertanejo....sertão....

Temos Calypso, que é bom para quem curte mas, não é daqui de Pernambuco, muito menos para São João.

Temos também axé????????? 

De todos os que realmente me fazem ter um resquício do que era o forró é Magníficos e Geraldinho Lins, o resto tocam lambada com sanfona e dizem que tocam forró estilisado.
 
Sadudades do tempo de seu Lula, me lembrando "só por lembrar, de alguém que agente um dia perdeu, saudade intonce assim bom, pro cabra se convencer que é feliz sem saber, pois não sofreu. Porém se a gente viver a sonhar, em dançar o forró que a gente um dia aprendeeeu, saudade intonce assim é ruim eu tiro isso por mim que vivo doido a sofreeer." (Paródia de  QUE NEM JILÓ)
 
Aqui é Elrond Bruno dizendo: Saudades do dois pra lá e dois pra cá onde conversavámos no ouvido da moça e ajuntava bem juntim.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Drogas, mas que Droga!

O post de hoje é um post reflexivo.
Vamos refletir sobre um mal que atinge inúmeras famílias brasileiras: DROGAS!
Um tabu, um assunto delicado que muitos preferem esquivar-se a encarar e debater de maneira consciente e ordenada.
Proibir ou liberar? Reprimir ou legalizar? Essa polêmica é eterna e temos denfensores de ambas correntes.
A corrente que defende a repressão alega que a droga é má e causa sequelas (de acordo com o novo acordo ortográfico do Português o trema foi abolido...eu acho isso horrível, mas fazer o que) graves que comprometem os jovens e por isso deve ser banida e não comercializadas.
Os que defendem tem diversos argumentos, desde o se tirar dinheiro do tráfico, até o do controle que o Estado teria.
A que corrente eu me filio? A corrente racional. Minha análise é simples, em inglês se resume a duas palavras: "Bull Shit!".
As dorgas fazem mal e devem ser impedidas de ser vendidas por isso...E O CIGARRO? ATÉ NAFTALINA TEM DENTRO DAQUELE LIXO. E O ÁLCOOL, QUANTAS MORTES OCORREM POR CAUSA DELE?
Se sou a favor da descriminalização, sou sim. Sou por um simples motivo não é o governo dizer que não pode que fará a população se afastar das drogas. Das consideradas lícitas só faço uso esporádico do álcool, das ilícitas nunca fiz uso (Não diretamente, porque já fui a shows e inalei aquela fumaça).
Sou um Super-Herói por isso? NÃO!
Sou um sujeito como qualquer outro, no auge dos meus 25 anos, nunca senti vontade nem necessidade.
"Ahhh! Mas você era popular, não sabe o que é ser pisado e diminuído."
Não meus amigos, sou gordinho, fui gordo minha vida toda, e NERD. Sim, fui perseguido, fui zombado, humilhado. Tudo isso já me aconteceu.
Então porque diabos EU não quis usar drogas? Eu me recuso a fugir. Minha família sempre conversou comigo, sempre me mostrou o que a droga poderia fazer e o que ela significava para quem a usava, a droga, seja o cigarro de tabaco ou o de maconha, a cocaína, a heroína o álcool usado de forma desmedida, todas essas hipoteses são armas de fulga da realidade. Eu não fujo. Eu não sou fraco.
Essa é minha visão. Notaram que no meu texto tem algo que não encontramos normalmente hoje? É...Família.
Não é a religião, não é a escola, não é a amizade, quem primeiro vai te dar a noção do que é bom e ruim, certo e errado é a família.
É a educação, não uso drogas porque sei o que ela faz. Li, aprendi.
Não precisou nenhuma pisa de policial, nunca nem provei, e não foi por medo da polícia me bater, para superar isso era só fazer alguma arte de brigar...pronto seria eu quem ia bater neles. Eu não usei porque minha educação me ensinava que isso não era bom.
Então não adianta reprimir simplesmente, ou se educam os jovens para entenderem a razão de se manter afastados ou não irá se obter êxito nunca.
Ou nós voltamos a ter sentimento de família ou cada vez mais teremos gerações de alienados drogados. A família é o alicerce para toda a construção do indivíduo.
Por mim, legaliza. Quer consumir, ótimo, mas para isso terá que ter uma carteira, dada de forma gratuita, porém, para adquirir essa carteira o jovem deve passar um curso de no mínimo 36 horas sobre os efeitos das drogas em seu corpo.
Limite mínimo para a carteira 16 anos.
Autorização dos pais, sim para os menores de 18. E para os menores de 18 os pais devem acompanhar o filho e assistir as aulas.
Esse curso poderia contar até de forma curricular.
Somente mostrando, ensinando, explicando é que vamos conseguir reduzir ou extinguir o uso de drogas no Brasil, a força bruta nunca funcionou antes, porque agora ela iria superar a diplomacia?

Aqui é Elrond Bruno dizendo: "Não preciso de droga para brincar perturbar e bagunçar de forma ordenada, e mais, sem a droga ainda lembro de tudo para rir depois!"