quarta-feira, 1 de junho de 2011

Drogas, mas que Droga!

O post de hoje é um post reflexivo.
Vamos refletir sobre um mal que atinge inúmeras famílias brasileiras: DROGAS!
Um tabu, um assunto delicado que muitos preferem esquivar-se a encarar e debater de maneira consciente e ordenada.
Proibir ou liberar? Reprimir ou legalizar? Essa polêmica é eterna e temos denfensores de ambas correntes.
A corrente que defende a repressão alega que a droga é má e causa sequelas (de acordo com o novo acordo ortográfico do Português o trema foi abolido...eu acho isso horrível, mas fazer o que) graves que comprometem os jovens e por isso deve ser banida e não comercializadas.
Os que defendem tem diversos argumentos, desde o se tirar dinheiro do tráfico, até o do controle que o Estado teria.
A que corrente eu me filio? A corrente racional. Minha análise é simples, em inglês se resume a duas palavras: "Bull Shit!".
As dorgas fazem mal e devem ser impedidas de ser vendidas por isso...E O CIGARRO? ATÉ NAFTALINA TEM DENTRO DAQUELE LIXO. E O ÁLCOOL, QUANTAS MORTES OCORREM POR CAUSA DELE?
Se sou a favor da descriminalização, sou sim. Sou por um simples motivo não é o governo dizer que não pode que fará a população se afastar das drogas. Das consideradas lícitas só faço uso esporádico do álcool, das ilícitas nunca fiz uso (Não diretamente, porque já fui a shows e inalei aquela fumaça).
Sou um Super-Herói por isso? NÃO!
Sou um sujeito como qualquer outro, no auge dos meus 25 anos, nunca senti vontade nem necessidade.
"Ahhh! Mas você era popular, não sabe o que é ser pisado e diminuído."
Não meus amigos, sou gordinho, fui gordo minha vida toda, e NERD. Sim, fui perseguido, fui zombado, humilhado. Tudo isso já me aconteceu.
Então porque diabos EU não quis usar drogas? Eu me recuso a fugir. Minha família sempre conversou comigo, sempre me mostrou o que a droga poderia fazer e o que ela significava para quem a usava, a droga, seja o cigarro de tabaco ou o de maconha, a cocaína, a heroína o álcool usado de forma desmedida, todas essas hipoteses são armas de fulga da realidade. Eu não fujo. Eu não sou fraco.
Essa é minha visão. Notaram que no meu texto tem algo que não encontramos normalmente hoje? É...Família.
Não é a religião, não é a escola, não é a amizade, quem primeiro vai te dar a noção do que é bom e ruim, certo e errado é a família.
É a educação, não uso drogas porque sei o que ela faz. Li, aprendi.
Não precisou nenhuma pisa de policial, nunca nem provei, e não foi por medo da polícia me bater, para superar isso era só fazer alguma arte de brigar...pronto seria eu quem ia bater neles. Eu não usei porque minha educação me ensinava que isso não era bom.
Então não adianta reprimir simplesmente, ou se educam os jovens para entenderem a razão de se manter afastados ou não irá se obter êxito nunca.
Ou nós voltamos a ter sentimento de família ou cada vez mais teremos gerações de alienados drogados. A família é o alicerce para toda a construção do indivíduo.
Por mim, legaliza. Quer consumir, ótimo, mas para isso terá que ter uma carteira, dada de forma gratuita, porém, para adquirir essa carteira o jovem deve passar um curso de no mínimo 36 horas sobre os efeitos das drogas em seu corpo.
Limite mínimo para a carteira 16 anos.
Autorização dos pais, sim para os menores de 18. E para os menores de 18 os pais devem acompanhar o filho e assistir as aulas.
Esse curso poderia contar até de forma curricular.
Somente mostrando, ensinando, explicando é que vamos conseguir reduzir ou extinguir o uso de drogas no Brasil, a força bruta nunca funcionou antes, porque agora ela iria superar a diplomacia?

Aqui é Elrond Bruno dizendo: "Não preciso de droga para brincar perturbar e bagunçar de forma ordenada, e mais, sem a droga ainda lembro de tudo para rir depois!"

Um comentário:

Gustavo Radar disse...

Gustavo Radar esta de acordo, ñ existem certo e errado nesse papo, cada um tem seu argumento.
A repressão violenta deveria ser o ULTIMO recurso, mas já que escola, familia e religião resolveram se esconder, resta a policia p/educar nossos jovens... Lamentavel