terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ainda acerca da prolemática do servidor público!

Ainda estou indignado com a posição em que o eminente magistrado colocou os servidores. Uma idéia que vem sendo arduamente combatida e que ele faz um texto onde afirma que os servidores são preguiçosos, não querem saber da sociedade, e largam cedo.
Me pergunto, como um magistrado diz algo assim? Esqueceu-se por acaso dos servidores que fazem audiência? Quando começa a audiência em geral não se pára até seu fim, isso quer dizer que não importa que já tenha dado a hora de se liberar, o servidor que está com o juiz, fica até a hora que o juiz ficar. Surpresa, ele chega no outro dia na mesma hora dos outros enquanto VIA DE REGRA, o Juiz chega mais tarde. Se o cartório abre das 9:00 às 19:00, o Juiz aparece de 13:00...
E o Juri, que esse em geral não pode parar avança pela madrugada e no outro dia, cedo, o servidor deve estar ali trabalhando, firme e forte.
O servidor sai cedo? Quem abre o cartório?
O Juiz leva processo pra casa? E quantos acessores de magistrados não levam processos para casa, fazem 90% das sentenças do cartório?
E os servidores que também correm risco de vida e não tem o privilégio de escolta policial?
Acho gozado um magistrado levantar pontos rídiculos para tentar rebaixar um servidor.
Não digo que o juiz deva receber o mesmo que um servidor, concordo com o risco de vida do magistrado, concordo com o salário, ele deve receber bem, ele julga casos de altos valores, deve receber algo que o permita viver bem e não ser sucetível a corrupção.
Concordo com o status do magistrado, mas discordo com essa inferiorização dos servidores, afinal deixemos só os magistrados, prefeitos, governadores e vereadores, deputados e senadores, só eles, sem servidores, só os secretários e ministros. Vamos ver o estado andar. Vamos ver se isso é possível.

Aqui é Elrond Bruno dizendo: Falar é fácil, mais ainda falar mal!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Reflexão acerca de magistrados!

"Hipócritas. Mil vezes hipócritas.

Milton Biagioni Furquim - Juiz de Direito

Hipócritas, mil vezes hipócritas. Precisa que uma juíza seja covarde e barbaramente assassinada para que a sociedade, governo, juristas, imprensa, políticos, Desembargadores, Ministros, Corregedora do CNJ, Presidente do STF, padeiros, açougueiros, etc. fiquem consternados (será?) e lamentem o episódio.

Ora, pois! Até agora só ‘metiam o pau’ nos juízes, críticas de toda ordem carregadas dos piores adjetivos referindo-se aos salários de ‘marajás’, quando se sabe que os promotores ganham mais que os juízes, sem falar nos que insistem para que os juízes sejam equiparados e tratados como meros servidores públicos.

Se não bastassem as críticas acerbas e injustas, ainda temos o CNJ aterrorizando juízes e fazendo cobranças de toda ordem de modo a nos deixar sem tempo para judicar, para podermos sentenciar com qualidade. De quebra ainda temos que reverenciar Presidentes dos Tribunais de Justiças que nada fazem pela classe e só estão preocupados em melhorar seus currículos fazendo o papel de idiotas e bobos da corte se humilhando e curvando perante os outros poderes.

Que moral o presidente do STF e a Corregedora do CNJ tem prá falar em nome dos Juízes? Será que um dia na vida estiveram juízes como nós mortais? Oras bolas, se estão Ministros se devem a três fatores: boa relação com o governo, falar bonito e escrever bem. Deveriam, ao menos um só dia, ter estado juiz mortal como nós e ter dado a ‘cara’ prá bater como nós damos a toda hora. Deveriam ter tido a oportunidade de, na pequena comuna, anular uma eleição, cassar o prefeito, prender polícia, olhar na ‘cara’ do jurisdicionado 24 horas por dia como fazemos. Deveriam, por justiça, sofrer ameaça de toda ordem como nós sofremos, a exemplo da colega assassinada. Na lista dos jurados para morrer tem Desembargador e Ministro? É evidente que não. Por certo é diferente do que ficar em seus suntuosos gabinetes e distante do cidadão carente e ávido pela rápida prestação jurisdicional, e do juiz que teve a coragem de enfrentar a bandidagem.

Ninguém mais do que eles - Desembargadores, Ministros, os Conselheiros fabricados do CNJ, a nos expor perante a sociedade como somos expostos de forma a atrair a ira do cidadão incauto, dos fabricadores de opinião contra a Magistratura. Hoje a sociedade perdeu de vez o respeito que outrora os juízes detinham. Somos vistos com reservas e desconfiança. Como uma classe de privilegiados em detrimento da pobreza do povo.

Os deuses dos Tribunais só sabem cobrar, mas é fácil cobrar quando um dia sequer vivenciaram o dia a dia dos juízes mortais. É fácil cobrar quando não se está na pele da juíza assassinada. Consternação, indignação, exigir uma rápida investigação, mandar coroa de flores aos familiares da juíza é o ‘prêmio’ que ela ganhou por enfrentar a bandidagem. Você viu um presidente do TJ e um Ministro ser ameaçado de morte? Como pode um Ministro se colocar na pele de um juiz mortal se nunca teve a oportunidade de enfrentar com a 'cara' e a coragem todo tipo de pressão e ameaça?

Concordo em gênero, número e grau com os que propalam e defendem, em especial a imprensa, o Senador Suplicy e tantos outros desavisados e maldosos, a tese de que nós juízes devemos ser tratados como meros servidores públicos, sem qualquer diferenciação. Quero uma audiência com o Senador para hipotecar-lhe o meu apoio para acabar com as férias dos juízes e dispensar a nós juízes o mesmo status e regime dos servidores públicos.

Concordo porque se assim formos reconhecidos e tratados, então devemos começar o nosso trabalho às 8 horas da manhã, com uma hora de almoço, e terminar o expediente às 17 horas, exatamente como fazem os gloriosos e abnegados servidores públicos. Assim, nesse ínterim faremos tão somente o que os servidores públicos fazem e nada mais. Durante o expediente devemos tão só realizar as audiências, no máximo duas, despachar e sentenciar processos e cuidar da parte administrativa e, pronto. Assim seremos verdadeiros servidores públicos sem qualquer diferenciação. Justiça feita. Nada de levar processos prá casa; nada de tirar férias para dar ‘cabo’ nos processos. Os servidores públicos não levam os serviços para a casa, e assim como todo servidor público poderemos nos dedicar às boas coisas da vida, como por exemplo, dar mais atenção aos familiares, cuidar melhor da saúde, dedicar ao lazer, jogar conversa fora com os amigos no final da tarde, nos finais de semanas e feriados.


E a prestação jurisdicional como ficará então? Oras bolas, como diria o bom e produtivo servidor público, que se dane o cidadão, a imprensa, o Senador. Que esperem e aguardem o momento oportuno de ser analisado o seu pleito. Se vai levar tempo para dar uma resposta ao pleito do cidadão – uma liminar, uma revogação da prisão preventiva, uma tutela antecipada e tantas outras medidas de caráter urgente, o problema não será nosso (juízes, agora servidores públicos), mas sim do próprio cidadão, da imprensa e do Senador que insiste em nos ver e tratar como um servidor qualquer.

Hipócritas, mil vezes hipócritas. Negam-nos um salário condigno com a atividade que exercemos, com a monstruosa carga de serviços e de responsabilidades; negam-nos direitos adquiridos que temos; negam-nos segurança; negam-nos a dignidade e o respeito e, então, como querer que o cidadão nos respeite? Aprovam leis sem saber o que estão aprovando dando salvo conduto a bandidagem e ainda querem que os juízes façam milagres? Roubam descaradamente o povo e não admitem uma simples investigação. ‘Uai, pobre de nóis sô’, como dizia minha recém falecida mãe.

Uma simples 'denúncia' inconsequente e lá estamos nós perante a CGJ e o CNJ nos contorcendo para safar-se e olha que não é fácil. Que constrangimento. Tamanha hipocrisia nunca vi. Eu aconselhei um sobrinho que queria ser padre para que deixasse dessa bobagem porque jamais ele iria chegar a ser papa e, às vésperas de ordenar padre abandonou e hoje faz medicina, mostrou ser um menino inteligente, então eu sempre aconselho meus amigos e estudantes de direito para esquecerem a idéia de querer prestar concurso prá magistratura, e tentem o Ministério Público, ou então a ser Desembargador pelo quinto, ou então Ministro do STJ, STF, ou o melhor de todos, aventurar-se pela política, caso contrário vá plantar abobrinha, criar galinhas.

Hoje não se vê um só juiz que esteja satisfeito com a instituição, com o tratamento que nos é dispensado. Pior, todos, mas sem exceção, estão desmotivados, frustrados, acabrunhados. É certo que ser juiz é um projeto de vida, mas vale a pena hoje bancar esse projeto de vida? Vale a pena você ter que ver os Presidentes dos TJs mendigar e se humilhar perante os dois outros poderes que vivem envoltos com a corrupção para que alguma migalha nos seja dada a fim de melhorar nossos vencimentos, ou então nos pagar o que temos por direito, ou melhorar nossas condições de trabalho e segurança?

Hipócritas. A colega assassinada se tornou mártir ao ser covardemente assassinada. Então pergunto: e nós que ainda estamos vivos nos tornamos o quê? Por certo o vilão dessa história toda por estarmos vivos. Quem sabe, aos olhos da repórter que ironicamente nos criticou, da imprensa, do deputado, do Senador, do açougueiro, do padeiro, do CNJ e dos Ministros, somos corruptos, marajás, vagabundos, servidores públicos privilegiados, enganadores e outros adjetivos desqualificados. Mil vezes hipócritas.

É muito incômodo e revoltante para os magistrados sérios e competentes que se dedicam á causa da Justiça ter que conviver com tamanho desrespeito e com críticas maldosas. Já foi dito que os juízes não têm armas ao contrário dos outros poderes. Não têm o poder econômico e não têm o costume de ir à mídia. Acrescento que não sabem lidar com a mídia porque não sabem ser demagogos e não conseguem enganar o povo. O Judiciário, entenda, os juízes da inferior instância, é o mais fraco dos poderes e por isso tem que ser resguardado e cuidado com carinho, porque ainda que hajam algumas mazelas, mas ainda é a última trincheira e esperança do padeiro, do açougueiro, do frentista, do repórter. Por certo não é a última esperança do Senador, do Deputado e outros, pois legislam em causa própria.

Precisa o cidadão conscientizar de que se não mais poder recorrer e confiar no juiz de primeira instância, não terá ninguém mais quem lhes atenda e aí, com certeza a sociedade não dormirá tranqüila, porque magistrado medroso não é magistrado é arremedo de juiz. E por certo a colega assassinada viveu em toda plenitude a grandeza de ser juíza, ao contrário dos nossos Ministros.
Espero, enquanto um mortal juiz, ter o direito de externar minha revolta com esse estado de coisas sem a ameaça de ser punido, não pela bandidagem, mas pela minha Instituição.

Hipócritas, mil vezes hipócritas."

Postei esse texto por dois motivos o primeiro, SIM acho que devemos valorizar mais os juízes e o judiciário que vem sendo sucateado.
Mas o principal é para mostrar também a ignorância desse magistrado ao referir-se aos servidores públicos. Já a alguns anos os servidores lutam para mostrar que essa lenda que os servidores vivem de pernas para o já passou. Então vem um juiz no auge de sua juizite para dizer que os servidores nada fazem, que são encostados e que nada fazem a não ser mandar a sociedade a m$&*@.
Revoltante ver um homem que deveria ser esclarecido não passar de mais um palhaço midiático que ele tanto reclama. O judiciário sofre porque é distante do povo...Só um louco afirmaria isso. O juiz não pode opinar sobre os processo que julga, mas deve ser próximo a sociedade onde julga para que assim ele possa julgar de acordo com aquela sociedade.
No plantão o servidor também está lá, muitas vezes sozinho enquanto o juiz está em casa com sua famíla.
Acima temos mais um Hipócrita a escrever, tão vil e baixo quanto os que ele aponta.
Ataca servidores como se nada fossem, quando ele se sozinho estivesse em seu cartório NADA faria.
Hipócrita, mil vezes Hipócrita.

Aqui é Elrond Bruno dizendo: "Antes de olharmos os outros devemos observar nosso próprio defeito.






quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O ano mal começou já tá acabando!

Impressionante, mal começamos o ano e o ano já está nos seus ultimos meses.
Pensamos que vai dar tempo de fazermos isso aquilo, aquilo outro, quando vemos, já passou-se o ano e não fizemos 1/5 do que queríamos porque deixamos para amanhã.
Essa é uma recorrente: "Tem tempo, amanhã eu termino!"
Amanhã vira hoje mais ainda temos tempo, e assim vamos deixando para amanhã o que devia ter sido terminado ontem.
Aonde é que chegaremos assim? Pretendemos algo na nossa vida?
Seja a monografia, ou o TCC de Jornalismo, as Horas de Atividades que deveriam ter sido pagas, as viagens que podiamos ter abrido mão para nossa formação ser mais rápida, as festas que preferimos a ir para aquela aula.
As escolhas que fazemos, a inércia que vivemos.
Vamos sair deste topor, é hora de deixar os pseudo para trás e nos tornamos o que queremos ser, chega de amanhã, a hora é HOJE, o momento é AGORA, a hora de ser Biologo, Engenheiro, Jornalista ou Jurista, Arquiteto, a hora de nos definirmos é agora. Sem pressa, mas sem perder tempo, sem neuroses, mas sem ser tão cuca fresca.
O relógio do universo não para, o seu pode até para por falta de pilha, mas o tempo continua fluindo, até onde se sabe num flluxo continuo.
Esse post é para pensarmos, o que somos hoje. Tenho perguntas a vocês nobres leitores, perguntas para provocá-los. Quem são vocês hoje? Vocês são aquilo que imaginavam 15 anos atrás? Alcançaram seus sonhos? Realizaram seus feitos? Você se orgulha de onde está e de como chegou aí?
Se você não conseguiu responder ou a resposta para alguma dessas perguntas foi não, o que acha de repensar um pouco sua vida traçar as metas a curto, médio e longo prazo e começar a se mexer para batê-las?
Não espera 31 de dezembro para fazer resoluções que nunca porá em prática, crie resoluções ao terminar de ler esse post, resolução plausíveis e passíveis de serem cumpridas, e o mais importante, cumpra-as agora mesmo, não deixe para daqui a sabe-se Deus quantos anos.

Aqui é Elrond Bruno citando Vinny : "Lembro de te ouvir dizer: 'a vida é muito curta para se arrepender..."

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Por que uma copa do mundo no Brasil?!

Muito bem, voltamos aos posts polêmicos, aos posts que provavelmente gerarão comentários calorosos de ambos os lados.

Muito bem meus amigos, já deia ter abordado o tema a algum tempo, mas ele foi ficando no arquivo lá no fundo da mente, próximo ao esquecimento, mas hoje, ao ver a capa do Diário de Pernambuco, de hoje 11 de agosto de 2011 e ver a foto que abaixo se segue me recordei de entrar nessa polêmica.

Esse é o projeto de como será a nova avenida Agamenon Magalhães, uma das principais avenidas da cidade. Um projeto que será realizado por causa da copa do mundo, que será realizado para que possa se facilitar o trânsito dos veículos. Algo que irá auxiliar a tornar o trânsito de Recife mais fluido.

Os mais ignorantes dizem, vai gastar milhões em um estádio precisando tanto de hospitais e escolas. Não sou idiota e acredito que educação sem dúvida é o caminho para a salvação do brasileiro, mas o investimento não fica apenas no estádio de futebol. Ele é muito maior, e o mais importante ele perdura após o fim da copa do mundo.

Do que é que esse anormal está falando, vocês devem estar pensando. O que se faz na Copa do Mundo são investimentos, não enterrar dinheiro, qual a diferença, investimento dá retorno. Como? Ora, caro leitor, não pode haver copa sem segurança (Equipa-se, prepara-se, aumenta-se efetivo, a Polícia deve estar preparada para agir junto aos turistas estrangeiros), agora me responda ao fim da copa essa polícia é dispensada ou volta para suas atribuições normais, só que mais equipada e preparada para servir o cidadão? Não pode haver copa com um sistema de transporte público precário (Equipa-se, criam-se corredores para os ônibus, criam-se novas linhas de metro, melhoram-se as paradas, os ônibus) Ao término da copa toda a nova infroestrutura criada vai ser jogada no lixo? Não, fica para ser utilizada no dia a dia pela sociedade e pelo cidadão. Em caso de urgência médica o que se fará? Os hospitais são melhorados para atender os pacientes que possam sofrer qualquer problemas durante a copa, e essas melhorias são rifadas após o fim da copa? Não, permanecem.
A copa pela copa não é nada demais, mas os investimentos feitos durante a mesma é que perduram e beneficiam as cidades por onde ela passa. Fora isso gera renda, receita com turismo. E o mais importante com as melhorias e boas impressões que o turista fica ele fica com vontade de voltar e faz propaganda positiva para seus colegas, e a boa impressão que fica para o mundo trás mais turistas, mais renda e mais avanços para a cidade. Atraí a atenção do mundo, inclusive de investidores para o estado, vendo a cidade em expansão, pensa em investir para ter o retorno.

Para mim, a vinda da copa do mundo foi uma benção, ainda mais num país como o nosso onde a concentração de riqueza ficava só entre Rio, São Paulo e pelo Sul, não havia chance ou abertura para qualquer outra região que não fosse Sul e Suldeste. Agora outras regiões estão tendo investimento maciço e crescendo a olhos vistos.

Aqui é Elrond Bruno dizendo: Espero que passemos pelo menos para a semi-final nessa Copa.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Cuide da Saúde!

Bom esse post é mais por eu estar P. da vida pq hoje terá o baile de uma amiga minha e eu AINDA estou curando um resfriado, ainda expectorando o muco nos meus pulmões.
Por ainda estar debilitado não poderei comparecer, já houveram dois dias na semana que não tive condições de dar o expediente completo no trabalho! Tudo por conta de uma tosse que não me deixa dormir, febre.
Mas o que eu quero dizer aqui é simples, não descuidem da sua saúde para não faltar nos momentos importantes das pessoas que lhe são importantes! Tomem Vitamina C, alimentação é importante, as horas de sono. Tudo tem que ser respeitado. Nosso corpo é uma máquina e se a forçamos demais a máquina quebra e não é algo bonito de se ver ou sentir.
Lembremos dos nossos limites. Lembremos que melhorar é diferente de estou bom. Dormir ajuda a ficar melhor. Exercício MODERADO. Nada de se matar!
Esse post parece post de pai e mãe, mas é mais um desabafo de tudo que eu sei que deve ser feito e fazemos tão poucas vezes. Lembrar também que parar é importante, não adianta viver loucamente, respirem, tirem um momento para respirar e relaxar.
Respeitem seus limites e seus momentos a sós!
E Parabéns para Lhielha aquela que será a Detista número 1 dentro de alguns anos!

Aqui é ElrondBruno dizendo: "Nada paga nossa saúde!"

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O DVD mais caro que comprei, a preço indivudual!

Comprei o DVD desse show, mas para mim foi uma das melhores compras que já fiz se eu encontrar em Blue ray eu compro. O show chama-se Concert for George, e é uma homenagem postuma ao Beatle Falecido, iniciativa de Eric Clapton e do filho de George, Eric ainda disse ser essa a forma dele enfrentar a dor da perda do amigo. Para quem gosta de boa música bem tocada, o vídeo abaixo mostra porque o Beatle Sir Paul é um dos melhores artistas vivos, ele e outrta lenda Eric Clapton. Porém a música que me cativou foi While My Guitars Gently Weeps. Porém o show como um todo é algo que deve estar no videoteca de quem diz curitr música ou quem gosta de Rock, pois temos de tudo dentro do show, inclusive Taxman! O vídeo abaixo é fantástico por mostra a versatilidade Paul sai de Vocal a backing com uma qualidade absurda, notem o tom que ele chegou





Aqui é Elrond Bruno Dizendo: "Ah como eu queria ter estado nesta platéia!"