terça-feira, 4 de outubro de 2011

Dilema eterno dos relacionamentos X amizades!

Esse post é puramente de pensamentos soltos e desconexos sobre um tema que desejo falar, porém não sei ao certo como aborda-lo. Em assim sendo, decidi abordar ambos os lados, pois já estive em ambos os lados.
Começarei pelo básico, os amigos. O lado inicial do primeiro atingido, o amigo. Quem nunca teve um amigo que desapareceu enquanto namorava? Não falo ocasionalmente, falo do convivio. De repente ele não aparecia para nada mais. Convidá-lo era o equivalente a falar com uma porta.
A ponto de fulerar aniversário de amigos de infância, só por conta da namorada. Uma namorada que chegava a atender o telefone dele, fingir a voz e desligar em seguida.
Amizades que deixam de parecer importantes porque o namorado ou a namorada arranja pretexto para tudo. Não digo que não tenham tempo a sós, mas alguns esquecem seus próprios amigos e passam a viver unicamente os amigos de um lado do casal. Engraçado como nunca é o nosso.
Como evitar isso? O pior que é simples. Não falo a toa, eu sou um desses amigos que sumiu por cerca de 2 anos, no primeiro ano eu ainda aparecia, mas por dois anos eu sumi da vida dos meus amigos, por namorar uma pessoa controladora e não ter imposto minha vontade.
O que aconteceu? Aquilo que é fadado a acontecer nesse tipo de relacionamento, acabou. Não havia companheirismo, havia uma unilateralidade, onde meus amigos = lixo só as amizades dela prestavam.
Como resolvi isso nos namoros seguintes, conversando, informando que não deixaria de ver meus amigos por causa de mulher nenhuma. Ainda assim uma namorada tentou me afastar dos meus amigos, findou terminando também.
No meu relacionamento atual antes mesmo de começar, sentamos e conversamos muito e decidimos que ambos teriam espaço para as amizades individuais. Que quando quisessemos veriamos nossos amigos sozinhos, sairiamos com os amigos. Dessa forma preservamos nossa individualidade, partilhamos bons momentos e acabamos saindo um com os amigos do outro, formando no fim um enorme grupo, onde as vezes saimos com um, outras vezes com outro, outras vezes com os dois juntos, as vezes o casal sai, outras vezes ela sai, outras vezes eu saio.
O mais importante, hoje tenho um relacionamento onde tenho meus amigos, minha namorada e fiz novos amigos.
O ponto que acho mais importante em falar é que as vezes acontece é que os amigos hotilizam  o namorado ou a namorada, então, a partir daí ocorre o fenômeno que é o pivô se magoar.
Não podemos na qualidade de amigos cobrar excessiva presença da pessoa. As vezes até por medo do passado ou sei lá que razão torpe seja. O papel do amigo é ver se há felicidade no amigo e ajudar para que ela se mantenha e não tirar a felicidade da pessoa.
Se por acaso ela após os 3 primeiros meses se afastar demais, aí sim devemos dar a primeira chamada.
Se persistir informar, "Você está fazendo novamente".
E só ao fim de um ano é que podemos infernizar de verdade!
Lembremos que cada pessoa guarda diferenças, lembremos também que o passado nos ensina e que tendemos a não querer nos magoar da mesma maneira novamente.
Não ponham o carro na frente dos bois.

Aqui é Elrond Bruno dizendo: Eu avisei que era um jorro de pensamentos desconexos!!!!

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