quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Uma idéia para diminuir os problemas causados pelas Drogas!

Pois é meus caros leitores,

Passei algum tempo sem postar, mas já retorno logo com um assunto polêmico, que provavelmente despertará opiniões contrárias e será mal visto por muitos. Mas não me importo, esse Blog é para expressar o que acho e ponto.

Meu pensamento é simples, a Lei tá errada. "Um jurista dizendo que a Lei está errada?". Pois é, acho tá muito errada. Dar um carão? O Juiz dar um sermão no usuário e liberar? Acho isso errado. O que é que vai gerar esse sermão? Ele vai largar as drogas depois que o Juiz disse que é ruim? O PAI que o criou disse e ele não ouviu, por que ele ouviria o juiz, um camarada que ele nem conhece nem sabe quem é?

Também sou contra jogar nas penitenciárias! Eles não são bandidos comuns, nem simplesmente de alta periculosidade. Sou a favor de uma pena sim. A pena é para ressocializar, e é isso que penso que deveria ser feito. O viciado deve ser tratado como o doente que é. Para os mentalmente insanos existe um local separado, acho que o mesmo deve ser feito para os dependentes químicos.

Uma clínica de reabilitação, um lugar obviamente separando as clínicas em homens, mulheres, menores. Sim, um lugar para aquele menino que cheira cola, para o que fuma maconha, crack, cocaína, álcool. Muitos são cidadãos de bem, mas no momento que ingerem alcool se transformam. E não é algo raro e sim contumaz.

Assim sendo, concordo com a não existência da pena de prisão para o mero usuário, e sim a pena de tratamento, só sendo liberado quando o mesmo fosse considerado curado.

Isso é simples de fazer e implementar? NÃO! Isso é necessário? SIM!

Pois de outra forma o indice de usuários só tendem a subir. Não é repressão, é educação, as clínicas teriam policiais, mas só para manter a ordem e patrulhar, o tratamento seria feito por médicos e enfermeiros. Faria-se a desintoxicação. Após isso um acompanhamento com psicólogos e psquiatras. Inclusive aos que não tivessem tido acesso a educação nas oficinas teria uma alfabetisadora, bem como um professor que faria como um supletivo, a fim de que ao sair da clínica além de sarados fisicamente os pacientes também saissem sarados psicológicamente. Notaram a mudança no termo de Réu, Criminoso para Paciente?

Essa é a visão que defendo. Utópica, MUITO! O Humano não é mais o importante para a atual sociedade e sim o dinheiro. Então esse investimento seria alto demais para que desperte interesse.

Outro ponto que alguns podem se perguntar seria, "Quem vai dizer se o camarada é dependente químico ou um safado que tem de ir para a cela comum?".

Ao meu ver uma junta médica formada pelo Tribunal. E a medida que mais Estados brasileiros fosse adotando esse sistema ocorreria o intercêmbio de juntas. As juntas do Sul e Sudeste examinariam casos do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, e assim sucessivamente, a fim de que os médicos das juntas não ficassem visados. Há várias maneiras de se fazer uma rotatividade, uma delas é simples, as juntas são temporárias, mudam a cada 3 anos...ou são concursados. Faz-se mais concurso para médico, aumenta as vagas, sei lá quintuplica cada vaga e faz o seguinte, os que atendem no ambulatório entram no rodízio e a cada 2 anos troca, quem tá no ambulatório parte para a junta e alguns da junta passam 2 anos no abulatório.

Bom essa é minha idéia para combater na raiz do problema as drogas. Não é eliminando o traficante que acabaremos com o tráfico, é eliminando o comprador. Se não compra, não dá lucro, se não lucra não tem para quê vender.

Mais uma vez, educação é a única chance que esse país tem para fugir desse monstro que são as drogas. Chega de tratarmos doentes como delinqüentes, muitos podem ter começado como delinqüentes mas a droga acaba com a pessoa, e antes de dependente, deliqüente, Indigente, ele é GENTE. A vida humana não parece valer mais nada hoje em dia, temos que mudar.

Aqui é Elrond Bruno indagando: Te dou todo o dinheiro do mundo, todos os produtos do mundo, te dou o mundo, agora você está SÓ nele, o último ser humano, o que você faz com seus brinquedos e seu dinheiro?

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Maneiras de tentar melhorar o sistema penitenciário!

Bom, conforme eu mencionei anteriromente a única maneira de vencermos o monstro gigante do sistema prisional brasileiro é com a educação, dentro e fora do presídio.

Óbvio que o Estado não tem conseguido suprir essa necessidade, os presídios são verdadeiros antros de caos, ninguém se respeita, os presos são tratados piores que animais, muitas vezes humilhados, misturados, não há uma divisão entre os criminosos pelos cirmes cometidos. Os Criminosos são postos soltos, misturados, como se fossem iguais, não por vontade, mas por falta de espaço.

Isso tudo que eu informo é visando apenas criticar? Não! Essa é apenas a constatação da atual situação. Minha idéia é simples, precisamos trazer a sociedade para junto. O que eu quero dizer com isso? Simples, vamos trazer as empresas para junto. Como? Dando incentivos. Libera tipo 2 anos de IPTU, de ISS, e afin. Para que? Simples, para que a empresa assuma por 10 anos a responsabilidade por tal presídio. ENTÃO VAMOS TIRAR OS GUARDAS? Não, os policiais permanecem, mas a responsabildade de alimentar, vestir, manter, pintar os presídio é da empresa.

Grande coisa, libera 2 anos de imposto, e o que a empresa ganhará fora isso? Aí é só a empresa ser inteligente, a empresa será liberada para investir nos presídios, dar aulas, ensinar os presos os ofícios da montadora. E o segundo grau e tal. Ensina se necessário ensino superior aos que se destacarem para administrar. Vincula-se um programa de ressocialização do preso, onde os presos que fizerem parte do programa saem do presídio não mais como desempregados e novamente sem prespectiva, mas com um emprego, carteira assinada e uma função que ele já sabia e exercia dentro mesmo do presídio. Assim, diminuimos o choque do claustro para a liberdade.

Como isso pode ser bom para a empresa, simples, teram empregados focados e esforçados. Essa é a chance que ninguém queria dar e eles tem, tem a chance de ter um futuro honesto. O preso que trabalha diminui a pena. Então eles terão mão de obra qualificada por eles mesmo em relativo pouco tempo. Por ser ex-presidiário o investimento nesse empregado não será perdido, sendo revertido para empresa em ganhos, pois em geral as empresas qualificam os empregados e as outras vem e roubam. O estigma de ex-preso manterá o investimento dentro da própria empresa que adotou o presídio. Além de incentivos do governo como abatimento no IPTU, e a sociedade que verá a empresa com filantrópica e comprará para ajudar o trabalho que a empresa está desenvolvendo ajudando na diminuição da criminalidade por absorver essas mentes outrora ociosas.

Benefícios para os presos? Todos. O encarcerado deixará de ficar com a mente ociosa, deixará de se rebaixar. Com um acompanhamento psicológico também fornecido pela empresa, ganhará equilíbrio. Receberá salário, desde dentro do presídio. Cada dia trabalhado servirá para que o mesmo reduza tempo de pena. O conhecimento que ele aprenderá nunca mais será retirado dele. O saber é o único bem que não se tira. Ele terá um sentimento integralista, será puxado da margem da sociedade para novamente ser parte dela.

Benefícios para a sociedade? Ao invés de se profissionalizar em crimes, ao ir para a cadeia o autor de fato delituoso sofrerá a verdadeira função da pena, que é a reeducação para inserção na sociedade. Ao invés de termos mais criminosos, ao sair da cadeia a pessoa sairia reabilitada, com um ofício, tendo pago a dívida com a sociedade e como um cidadão. Sem portas na cara, um trabalhador, uma verdadeira chance! Ao invés de um aumento de criminosos teremos um aumento de cidadãos.

Essa é uma maneira que foi pensada, essa é uma maneira a médio prazo, a longo prazo o único jeito de reduzir ao máximo o número de presos nas cadeias é com educação, dando educação desde cedo para nossas crianças e nossos jovens. Se educarmos nossas crianças, se motivarmos nossos jovens, se dermos objetivos de verdade para os jovens, veremos um Brasil que crescerá imensamente, se o mundo pensar de forma coletiva e não mais individualista, veremos um mundo ressurgir desse monte de lixo que produzimos. Ainda há chance, a educação a longo prazo é a única chance de tirarmos o maior número possível de pessoas do caminho do Crime.

Aqui é Elrond Bruno dizendo: "Idéias eu tenho, só falta apoio, apoio da sociedade, apoio e visão das empresas para ver que dando esse suporte elas ampliarão seu mercado consumidor, bem como para ver que não haverá dinheiro que salve os ricos quando a Terra não suportar mais vida, por nossa causa!"

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Prender é fácil, quero ver Educar!

Não sei se alguém concorda com meus pensamentos, ou se aqueles que lêem meu blog me vêem com um sonhador, um utópico, um louco que não sabe o que está dizendo. Não importa, ao menos tenho a coragem de dizer o que ninguém espera que se fale.


Continuando nesse caminho meu assunto é polêmico e já batido, já discutido e já pacificado. O sistema prisional, assim como se encontra, está falido!

Temos um amontoado de homens, presos, sem grande distinção dos crimes por eles cometidos, misturados, em condições sub-humanas, alojados de forma precária e sem ter atividade construtiva. Enfim, temos um celeiro para criação de indíviduos marginais. Sendo aqui o termo empregado não no contexto de bandido, mas de seres a margem da sociedade. Indivíduos que não conseguem mais se reenquadrar na vida comum.

Uma vez dentro do presídio aprendem como roubar melhor, matar mais eficientemente. Enfim, entram como ladrões de galinhas e se profissionalizam a ponto de sair roubando até banco. Aprendem o código, e voam baixo utilizando-se do mesmo para fazer crimes mais leves e que os mantém mais tempo fora da cadeia.

No fim, a prisão de hoje não passa de uma jaula gigante onde jogam-se os presos e alimenta-se os presos, no mais, se vire.


Alguns devem pensar que sou contra presísidios...MUITO PELO CONTRÁRIO, acho muito necessário, mas temos que lembrar que nem animais são tratados daquela forma. Até para animais a requisitos mínimos para que ele fique acomodado, em não sendo obedecido o cidadão perde o direito de possuir esse animal encarcerado.

Agora devem tá pensando...."PRONTO O DOIDO QUER SOLTAR OS PRESO TUDO!!". Também não é isso. O presídio não é um depósito de presos, ao menos não era para ser. É um local onde os individuos que não estão podendo viver em sociedade são mandados para serem educados e ressocializados para que então possam novamente ser inseridos na sociedade e dessa forma manter-se equilibrados e a sociedade por sua vez também fica equilibrada.

Ou seja o presídio é um local onde os presos deveriam estar praticando atividades que o preparassem para sua libertação. Acompanhamento psicológico, trabalhando os traumas que uma vida dura desde a infância deixaram; Acompanhamento pedagógico, muitos não sabem ler, então professores para ensinar ao menos até o ensino médio; Acompanhamento profissionalizante, com cursos fornecidos por grandes empresas, para que os presidiários aprendam ofícios honestos, a fim de terem algo para buscar quando saírem da prisão.

"A você está sendo muito bonzinho com os presos, eles tem mais é que morrer..." Será? Qual o sentido da pena? Para quem não sabe a lei de Taleão : "Olho por olho, dente por dente" já não vigora mais. A mesma foi revogada a anos. O sentido da pena não é punir e fazer a pessoa sentir dor ou castigar, o sentido da pena é educar o transgressor para que o mesmo tenha ciência que cometeu um erro e qual foi esse erro e dar condições do mesmo não cometê-lo novamente.

Essa é a idéia moderna do sentido da pena. Ao jogar o preso no presídio você só está instigando o ódio e criando um mosntro para devorar o sistema.

O que eu quero dizer com isso? A única saída é através do estudo, da educação da população carcerária. Da garantia de acomodações dignas, refeições dignas, estudo e orientação.

"Ah mas um pai de família trabalha muito, ganha tanto e mal consegue sobreviver e você quer dar tanta regalia pra preso, vou roubar e ser preso..." - Amigos, a idéia não é matar quem rouba é reintegrar, temos que dar condições desse indivíduo poder ser também um pai de família digno e não um marginalizado. Não sou contra o pai de família, sou a favor de uma baixa nos preços dos produtos para que os pais de família veja, seu dinheiro mais valorizado. Na verdade, podem me chamar de louco, mas sou contra o dinheiro, para mim foi a pior invenção da humanidade, para mim se todos tivessemos o objetivo de fazer o planeta progredir e fizessemos nossa parte sem precisar de dinheiro e todos com acesso a tudo o mundo seria mais simples, mas isso é outro debate filosófico.

Sou a favor do ser humano, o pai de família tem TODO direito de ter uma vida digna, assim como o preso que muitas vezes não teve outra opção senão cometer o crime e está preso injustamente. E mesmo os presos por terem cometido efetivamente o crime eles tem o direito de serem ressocializados, mas sozinhos não conseguirão. Precisamos pensar nos presos como o que eles realmente são HUMANOS. Quando pararmos de trata-los com bicho ou números e personifica-los, aí sim, começaremos a seguir com a humanidade por um caminho mais justo e correto.

Não é uma tarefa fácil, muito menos rápida, porém, ao final da mesma o índice de crimes tenderá a cair vertiginosamente. Levar-se-á decádas até que a humanidade como um todo comece a valorizar o tratamento que deve ser dado ao detento.

Então, não existe um meio de resolvermos isso a médio prazo? Só quando a humanidade mudar? Só a longuíssimo prazo?

NÃO! Há formas de adiantarmos algumas coisas, eu falei que a humanidade demorará, mas alguns poucos que já tiverem tal consciência podem ir apressando os acontecimentos, mas isso já é o assunto do próximo post.


Aqui é Elrond Bruno dizendo: "Preso não é igual a lixo, ele deve ser tratado com o mesmo respeito de qualquer indivíduo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Rumo ao CaOs!

É...neste domingo estive no Hospital Santa Joana com minha namorada que necessitou ir a emergência, mas não é sobre o caos na saúde que quero falar, é na verdade ainda sobre o tema EDUCAÇÃO. Por que narrei a ida ao Sta. Joana? Porque lé encontrei um dos meus antigos professores na católica, ao reconhecê-lo fui cumprimenta-lo, afinal, minha formação profissional também se deve a influência dele e aos seus ensinamentos.
Mais tarde na espera interminável acabamos conversando, e me vi perguntando sobre os alunos, se estavam mais empenhados. A resposta que tive foi, estão mais mal educados!
Faltando com respeito ao professor.
Quando eu sai da católica os alunos iam assistir aula de calça e havaianas, aulas de direito, que é um curso que preza pelo tradicionalismo, hoje em dia o professor disse que os alunos vão de camiseta regata, bermuda e havaianas.
O que aconteceu? Não sou contra uma certa dose de informalidade, mas todo excesso é nossivo. Não creio que seja respeitoso ir para um ambiente onde você está construindo seu futuro profissional como se a praia fosse. Acho que cada ambiente tem uma roupa própria. Não mata ninguém ir a faculdade ou Universidade com uma calça jeans e camisa normal e um tennis. Vejam que não estou aqui pedindo um traje Esporte Fino ou qualquer coisa, só estou a pedir decoro.
Por que me preocupar com a roupa? Simples, porque a mesma reflete o público que está no curso, reflete a postura do estudante. Por que me preocupar com isso? Óbvio, porque esses alunos, mal educados, que não respeitam os professores, que pensam que podem tudo serão os futuros operadores do direito, juízes, advogados, delegados. Se o vulgo acha que os juízes são prepotentes agora, esses que tiveram dos pais a educação correta, que sabiam respeitar as normas e tudo mais, imagina um juiz que nunca teve limite na vida, imagina que esse garoto que se acha a bala que matou Getúlio com uma arma na mão. Pensou? Entendeu meu receio?
Não sou contra roupas informais, sou contra o excesso de informalismo. Assim como sou contra o excesso de rigidez. O meio termo é sempre mais benéfico. Tive professores linha dura, mas que tenho como amigos e tenho um grande carinho e uma grande admiração. Assim como tive professores lights com quem também me identifiquei. Fico feliz quando os mesmos falam comigo com carinho e amizade, mostra que consegui o que queria.
Sempre fui brincalhão e não deixei de ser na faculdade, muito menos na sala de aula. A diferença? Noção, existem momentos para brincar, para ser mais liberal e existe momento para calar e prestar atenção nos ensinamentos. Mas acima de tudo, o respeito. Liberdade é diferente de Libertinagem. Muitos alunos confundem tornando-se chatos inconvenientes e desrespeitosos.
Sem falar na postura em sala, existem casais que ficam namorando em plena aula. Casais que ficam a dois passos de uma conjunção carnal no meio dos corredores. Mulheres com cintos largos apelidados de saia e sem um shortinho por baixo...como se o fato de usar essa saia já não fosse impróprio ao ambiente acadêmico, ou shortes tão curtos que mas parecem uma calcinha jeans. Mini blusas. Enfim, falta compostura. Como já disse não sou a favor de mulheres usando "Burca" ou "Habitos", mas também lembrar que existe um limite entre Fashion e Vulgar. Principalmente lembrar que ao sair para a faculdade, não é ao Shopping ou a Zona que se está indo e sim a um ambiente acadêmico que merece ser tratado com toda seriedade e que nossa roupa ajuda a informar a visão que temos do ambiente.
Temo pela próxima geração de juristas que vem com uma postura demasiado informal e desrespeitosa. A faculdade é o primeiro contato com o mundo profissional, se já começamos assim, imagine como estaremos daqui a alguns anos.

Aqui é Elrond Bruno dizendo: valores como respeito, educação, moralidade e compostura não devem sair de moda nunca.